Sinto o frio e a umidade penetrarem na minha alma, o cheiro do mofo verde escuro impregnando na mucosa do meu nariz, ouço a respiração ansiosa dos fantasmas q me esperam famintos.
Vão devorar minha alma lentamente, apreciando, degustando cada pedaço.
O som da minha angústia e sofrimento ecoa como a trilha perfeita, instiga, abre o apetite desses seres gelados e tão antigos como o mundo.
Estou caindo, não consigo voltar, meus passos agora pertencem ao medo q cresce dentro de mim... eles sabem, eles controlam o medo que catalisa minha esperança.
Quando eu passar batente adentro, não tem mais volta, serei devorada e me tornarei mais um fantasma, faminto, gelado.
Sinto o gosto do sangue...
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