Quando a vida deixou meu coração?
Não sei responder.
Posso responder que quero arrancar esse meu coração tolo que pulsa como um fantasma, e preencher o espaço com uma rocha dura e lisa.
Nada de poros, para não penetrar nada, nem esperança, nem dor.
A esperança é um sentimento traiçoeiro. A dor pelo menos, não finge. Ela é sempre clara: eu machuco!
A esperança vem vestida de felicidade, você a convida para entrar, quando ela se sente a vontade, se desnuda, te da um abraço envolvente e penetra fundo na sua alma revelando que é uma dilaceradora de sonhos.
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