terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

No fundo da máquina lavei minha alma.

Desintegrando 

A não existência é uma massa cinza.

A chuva forte e insistente depois de alguns duas de calor

Eu procuro a verdade, ela emerge como uma urgência, você precisa procurar mais fundo.

Tudo são sinais, o tempo passa devagar, e eu vejo as falhas no sistema.

As escadas da casa são alegorias do meu subconsciente.

Eu vejo minha energia evaporando, mas ele puxa o balão de volta como se trouxesse a vida de volta ao corpo.

A pior parte de mim representada por um, a melhor parte de mim representada por outro.

E somos uma parte da mesma essência.

Somos um e todos.

E tudo vai ficando mais distante, o que precisa ser curado esta latente.

E eu olho para tantas versões de mim, de nós, e a vida, e a ressureição… e já não sei mais se estou viva ou se estou morta… mas isso tudo não importa. A chuva não para, é de noite e os pássaros cantam. Eu me entrego, solto e sinto me fundir com algo. Eles usam minha melhor e minha pior parte para me trazer de volta. Estão sempre me trazendo de volta. O que eu preciso enxergar que eu não quero ver? A chuva fica mais forte, o canto fica insuportável, como se eles gritassem no meu ouvido o que eu me recuso a aceitar.

Ilusão.

Eu vi a falha, as coisas voltam fora do lugar. 

E vou sublimando, eu não pertenço a lugar nenhum.

Ouço claramente que sou uma peça com defeito.

A percepção deve ficar aturdida. 

Precisa ser reemcapsulada.

 E tudo começa outra vez, e eles sabem que eu ainda sei. 

Demora uns dias para que tudo se assente. 

O sonho dentro do sonho, vou esconder lá. Ficará como um gatilho oculto que disparará a verdade.

Somos o um.

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