Um dia foi rochedo, o sol reluzia em sua complexidade, a vegetação se hospedava sobre ele e animais transitavam… sentia o vento no topo e a agua salgada corroendo suas bases…
O sol, a chuva, o vento, o sal, a vegetação, os transeuntes…
Ele foi diminuído, fragmentando-se, e ia se despedindo de partes suas que hora o ar levava e hora, a água…
Cada grão carregava em si a memória da grandiosidade múltipla…
Mas é da natureza diminuir, fragmentar se dissipar…
E voltar, um dia, ao estado único.
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