Sinto o peso da idade me oprimindo
O peito denso arfa séculos num movimento inconsciente de expansão e contração…
Cada célula milenar, quer repousar e acordar revigorada
Quero despir essa capa pesada e flutuar numa dança fluida além do infinito
Quero mergulhar no sol e me fundir no bolinete, o fogo da vida.
Quero explodir minha essência luminosa e condensar uma estrela guia…
Vou fechar meus olhos agora, só um instante, e ao abri-los serei vida em abundância.
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