A filha anseia o colo da mãe
O ouvido da mãe
A ancestralidade
O ciclo continua
Mas tudo é silêncio
Sozinha ela segue
Com medo
Sem saber
Sem amparo
Sem apoio
Sem ninguém que escute
Nem que lembre suas histórias
Sua mão balança ao vento
À espera do guia
Mas nós caminhos tenebrosos do medo ela vai tateando
Perdendo o equilíbrio
Cai, e do chão ela pensa como crescem algumas idéias
Sua mão agora firme, da o apoio necessário para que ela se levante sem pesos mas com raízes firmes.
Tudo estava dentro dela
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