Uma dança escondida, uma vida contida.
A Lua cheia estava a caminho e tudo foi transbordando
Quando o conhecido se desconhece e se reconhece em uma outra forma.
Quantos segredos uma alma pode guardar de si mesma?
Quero subir as rochas no canto da praia e me deitar esperando o sol, a lua, ouvindo a água bater com força, quebrando minhas certezas e a mediocridade. Deixando o a água me surpreender ao me banhar me despertando do meu transe.
Quero chorar a ausência, quero encontrar a presença.
Eu guardei aquela pedra na continuidade da minha vida, carreguei-a com cuidado, ao lado dos bens mais preciosos. E ela brilhou nos dias escuros. E ela iluminou minha essência já apagada… Não posso solta-lá, não posso revela-la. Ela segue guardada no meu peito.
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