Põe pra dentro a tristeza que assola
Engole as ofensas…
A comida não preenche, não
As toxinas ingeridas foram como ácido
Existe um buraco cheio de mágoa que tenta afogar
Engole o choro, a lágrimas que escorrem já não bastam para aliviar
Se debatendo entre a esperança e a desilusão vai deixando pedaços pelo caminho…poeira de si, se o corpo se transforma a alma permaneceria imutável ?
Pequenos fragmentos soprados pelo vento quente e úmido, seus sonhos se decompõem.
Esse movimento tão conhecido de sufocar ao invés de elucidar, sabidamente é sinal de alerta.
Falta o ar.
Brisa, nau, nave.
Deslisa morno e suave pela encosta.
Não quero tempestades, tormentas
Quero a paz do sol nas costas, refletindo na calmaria de um oceano a ser percorrido com apreciação.
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