terça-feira, 30 de abril de 2024

Põe pra dentro a tristeza que assola

Engole as ofensas…

A comida não preenche, não 

As toxinas ingeridas foram como ácido 

Existe um buraco cheio de mágoa que tenta afogar 

Engole o choro, a lágrimas que escorrem já não bastam para aliviar

Se debatendo entre a esperança e a desilusão vai deixando pedaços pelo caminho…poeira de si, se o corpo se transforma a alma permaneceria imutável ? 

Pequenos fragmentos soprados pelo vento quente e úmido, seus sonhos se decompõem.

Esse movimento tão conhecido de sufocar ao invés de elucidar, sabidamente é sinal de alerta.

Falta o ar.

Brisa, nau, nave.

Deslisa morno e suave  pela encosta.

Não quero tempestades, tormentas 

Quero a paz do sol nas costas, refletindo na calmaria de um oceano a ser percorrido com apreciação. 





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