O vento trás prenúncio de tempestade, sinto cheiro desconhecido no ar…
Um furacão atemporal que trás e leva traumas e crenças…
Meu instinto é me esconder, mas não há tempo, já me escondi tantas vezes agora ele vai me alcançar…
Finco os pés no chão, quero permanecer no mesmo lugar, a paralisia do medo…
Quando os pés soltam do chão, me deixo levar, fecho os olhos e flutuo na tempestade…
Não sei onde abrirei os olhos, mas carrego dentro de mim, tudo que é necessário para continuar a jornada.
Deixo fluir de olhos fechados conectada ao meu centro cardíaco.
Ouço minha divindade dizendo abra os olhos, continue, você vai ficar bem.
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