Feridas abertas, o pus verte da infecção, estamos inflamados...
Não há como esconder, tudo esta exposto, tentamos curar as feridas, mas essas, são das que curam de dentro pra fora... é preciso um certo equilíbrio, um certo bom senso, para acessar o remédio... é preciso distância para não esbarrar a ferida do outro... o relar de véu, e as dores saem pelos gritos... dentes a mostra, rugidos, choros, ataques...
São lesões tão antigas, parece que sempre estiveram ali, suportando o corpo, o espírito... mas a pressão espaço/tempo fez verter em urgência...
Se recolha, internalize, mas a vida nos joga de frente... um pouco menos aguda, e poderíamos estar ao lado...
Cada um que lamba suas feridas e alimente sua cria.
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