sexta-feira, 5 de junho de 2020

Quando o fogo se apaga

Deixei cairem as ilusões
Despida e humilhada segui por um caminho que não era o escolhido
Estrada acidental, acidentada...
Sem rota, sem rumo
Presa em um looping sem final, sem propósito
Quero minha história de volta
Meus sonhos
Meu ritmo
Estou murchando, apagando...
Os ponteiros sugam minha vida e me afasto cada vez mais de mim
Previsiveis, os dias não me pertecem mais
Largaria tudo e viveria de sol, mar e acaso...
O sono não vem, mas vem o choro...
E a esperança que tentava brotar, é pisoteada pelas palavras duras e sombrias de quem deveria ser água e luz.
Quero me fundir aos astros e voltar para o bolinete.

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