Blogerline
Contos de Uma Borderline
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Maldita pessoa real
Sem proteção rumava sozinha
Suas feridas expostas infeccionavam
O pus vertia
As lágrimas vertiam
Sozinha
Desrespeitada
Ninguém aceita o pus fétido
Enxotada
Esperava carinho, recebia pancada.
Sem direção rumava sozinha
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