A melâncolia repousa na alma da pálida mulher que gosta de usar branco e andar descalça pela grama;
Com seus olhos marejados, ela olha as folhas que caem ao chão;
Ela toca a terra com a mão, fecha os olhos, e sente o vento levar de seus cabelos resquícios de memórias felizes;
Nada, ela sabia dentro dela, que nada naquela terra poderia ser verdadeiramente feliz...
Ela brilha e pontos luminosos dourados, azuis e rosas se desprendem dela e são levados flutuando no vento...
Que ao menos seja um lugar onde o amor possa consolar a dor, e permitir o aprendizado...
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