Sempre que chegava perto de uma ponte, penhasco, abismo...
A primeira sensação que reconhecia era, a vontade de pular;
Como num vôo para a libertação...
Um desejo, uma ansia, e a idéia me deixava eufórica...
Eu idealizava a morte, o impacto do corpo ao chão, e não pensava mais nele,
Pensava em minha alma se elevando, e eu sentia a leveza em mim, como se eu nunca tivesse respirado de verdade minha vida toda.
Hoje, essa ainda é a primeira sensação que reconheço ao passar por quedas livres: e se eu pulasse?
Um fragmento de idéia que passa rapidamente pela minha cabeça e passa...
Mas passa...
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