Cacos, pedaços, fragmentos...
Nada faz sentido e seus pés não encontram o chão.
Buracos, ocos vazios...
Não há como preencher seu coração.
Porque tanta dor, tanto choro, tanto lamento?
Eu era o sofrimento.
O homem de lama era frio e sugava minha alma numa inspiração...
Meu invólucro caia ao chão.
Imóvel, eu não estava ali;
Imóvel, eu não podia sair dali;
Imóvel o corpo e alma parados num momento eterno.
Os olhos estatelados se cerravam lentamente até o negro ser sua alma.
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