Chora, suga e deixa ir embora...
Pega o que emana da terra, da aranha e da bromélia;
Algo rasteja ao seu lado, sente, mas o olho não consegue ver;
Se embrenha pela lama, quase como um caranguejo e uma palavra que ecoa: Sobrevivente.
Seus pés lembram como se pisa, o cheiro lhe é familiar, o olhar começa alcançar o que antes não via...
A água gelada faz faltar o ar, e corre pelo corpo levando o que pesa...
E tudo parece tão natural, como se fosse parte da sua alma.
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