No pátio da antiga escola, o velho jogava migalhas aos pombos.
Eles comiam a fartura com tédio;
O mesmo tédio que o velho sentia ao jogar as migalhas, quase sem vontade, quase como uma obrigação automatica que se faz sem saber bem o porque.
Não haviam mais crianças correndo desenfreadas fazendo os pombos alçarem voos abandonando, contra vontade, suas migalhas no chão.
Tudo era silêncio...
A arquitetura, o velho, os pombos e as migalhas pareciam sobrar no cenário;
Remanescentes de uma era finda...
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