A gente, é estranha demais.
Estranho a estranha que mora em mim, que reage com tanta passividade à algumas situações que me rasgariam antes.
Será que estou enganando meu coração?
Ou será que estou transformando meu sentimento como o camaleão faz para se proteger?
Será que a transformação será irreversível?
Contendo algumas vazantes, e jogando alguns pesos extras para caminhar melhor.
A dor que doeu tanto, agora esta cicatrizando.
E o medo que desesperava, se concretizou, eu senti, eu percebi e depois ouvi.
Mas ferida não foi tão funda quanto eu achava que seria.
Eu cresci...
E percebi que a posse é uma ilusão, e que o ego nos leva para longe da nossa essência...
Se todos somos um, tudo acontece com todos, então porque invejar ou sentir ciúmes?
Se eu sei o que sou, não preciso que esse reconhecimento venha do outro, ele vem de mim...
Deito a cabeça no meu travesseiro murcho, com a consciência tranqüila de que busco ser melhor a cada dia.
Deito a cabeça no meu travesseiro murcho, com a consciência tranqüila de que busco ser melhor a cada dia.
E assim sigo, deixando no caminho sentimentos que me atrapalham ao andar.
Quem quer caminhar comigo é sempre bem vindo, e quem não quer é compreendido...
Cada um com seu tempo, mas todos com o mesmo destino.
Sem comentários:
Enviar um comentário