As vezes sinto como se o chão debaixo dos meus pés sumisse;
Me sinto flutuando entre mundos onde não há delimitações definidas;
Convenções, crenças confortáveis, ilusões artificiais e passageiras, se misturam a sabedoria essencial que eu não deveria ter.
Não deveria me lembrar ainda, não aqui...
Porque eu saberia da fragilidade deste mundo, da casquinha que separa essa realidade fabricada do verdadeiro.
Quando se sabe das coisas de lá, as coisas daqui perdem todo o sentido,
E corre-se o risco de desconstruir a projeção e virar um fantasma.
Preso entre mundos, vislumbra um universo, mas esta preso no mundo denso e conflituoso.
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