terça-feira, 7 de maio de 2013

No olho do furacão

Sugada pelo buraco negro;
Entre paredes, muros, objetos e destroços,
Tudo voa em pedaços;
Me rasgo em partes e trapos e me perco...
Não consigo me econtrar, não acho meus membros...
Eu grito, mas não consigo ouvir o som do desespero;
Talvez seja o silêncio...
A escuridão da alma é muda.

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