A garota, sem rosto não sabe seu nome, ela apenas se recordava de estar sozinha na rua escura.
A rua que também não tinha rosto, a rua que não tinha alma;
A rua tinha apenas uma neblina densa.
A garota queria gritar, mas sua voz não saia;
Um corvo pousou a sua frente;
A encarou com olhos de quem sabia;
Então ela soube naquele olhar;
Seu nome era Sem Esperança.
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