Um abismo foi aberto entre dois pontos outrora unidos.
Um ponto sentou e chorou na beirada,
Tentou descobrir um jeito de atravessar,
Chamou o outro ponto, e esclamou que jamais o abandonaria;
Nenhuma palavra vinha do outro lado, só mesmo o eco de sua própria voz.
Nenhuma palavra vinha do outro lado, só mesmo o eco de sua própria voz.
Não sabia, que o abismo havia sido feito pelo próprio outro ponto;
Que, sem vírgula, seguiu sua linha;
Sentia satisfação, na tristeza do ponto choroso...
Percebendo o ponto final que havia tomado,
Ele se levantou, engoliu o choro, se virou, e ...
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