Quando esta cheio vomita, cagua, sangra...
Faz o que tem que fazer para não despejar o amargor nos outros.
Bem foi avisado que prudente seria não deixar encher,
Mas ele transborda quando anda,
E para quando tranborda.
Para, se isola, degola, e chora.
Quando seca as lágrimas vê toda a sujeira,
O sangue que não é seu, sujou a mão o chão e a parede.
Sozinho, percebe que não há mais ninguém a matar.
Agora que esta vazio, segue enchendo, até transbordar, parar e matar...
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