O menino carregava areia na mão,
Ele carregou até que ficassam da mesma temperatura.
Ele se sentia forte com ela na mão.
Mas num momento de intolerência e incomodo,
Com toda aquela areia que esquentava sua mão,
Ele devagar abriu a mão e observou satisfeito ela se esvair.
Ele bateu uma mão na outra para limpar o havia ficado grudado,
E foi caminhando lentamente perdido nos seus pensamentos.
A areia caiu e os grão se misturaram a outras areias,
Nunca mais voltariam a ser o mesmo punhado.
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