domingo, 19 de agosto de 2012

Interpéries do Tempo

Tantas coisas para falar,
Tantos sonhos para dividir
Mas agora tudo é silêncio,
Tudo é pesadelo.
Ah os dias cinzas, voltaram.
Sentada na garoa fria, ela olhas os semáforos da cidade.
Se pergunta se haveria um modo de mudar o tempo.
Ela não conseguia se levantar, ela ficaria ali, lamentando pelo tempo q n poderia mudar.
Tempo, tempo q não volta, que não muda, tempo que passa e ensina q tem coisas q esquecemos,
E coisas q carregamos dentro da gente por toda vida,
Ou que trazemos dentro da gente de outra vida.
De qualquer modo, ela teria que esperar o tempo do tempo.
Talvez o tempo deles não seja agora.
O tempo, linear como conhecemos, talvez não exista.
E se não for linear, existe algum tempo em que ainda são parceiros.
Mas no tempo que permitem ter consciência, tiveram que seguir sozinhos.
E sozinha ela espera que se curem..




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