Isso me faz pensar em como incoerências são meras definições!
Defino aqui algumas semelhanças:
Natal e Páscoa são feriados de origem religiosa, que representam respectivamente, nascimento e renasascimento de Cristo, mas que hoje, são destinados a explorar comercialmente o sentimentos de caridade, generosidade e igualdade.
Ambos, têm figuras simbólicas um tanto quanto fantasiosas que incitam os desejos infantis de consumir seus símbolos.
Um idoso obeso que tem renas voadoras de narizes vermelhos e sai pelo mundo distribuindo presentes fabricados por seus duendes para quem se comportar bem, ele entra misteriosamente na casa das pessoas e deixa os presentes, ao redor da árvore de natal...
Um coelho que faz ovos de chocolate e igualmente, sai distribuindo-os pelo mundo, entra misteriosamente na casa das pessoas, deixando pegadas de farinha e comendo suas cenouras...
Fantasias oriundas de um outro símbolo, ainda mais fantasioso que os outros dois:
Um homem que nasceu de uma virgem, fazia milagres, foi crucificado, morto, ressuscitou e agora esta no céu, olhando cada ato, de cada ser humano ao mesmo tempo.
Ele também promete nos recompensar com a vida eterna gozando o paraíso se nos comportarmos bem.
Mas veja que coincidência, já não vimos isso neste texto mais acima?
E por acaso todas as crianças ganham presentes recompensas igualitariamente no Natal?
E na páscoa? É igualitária a distribuição das guloseimas de chocolate?
E no dia a dia, todos os seres humanos, adultos ou crianças recebem as mesmas oportunidades de moradia, saúde ou sequer alimentação?
Agora sim a incoerência:
Porque se ele é o pai de todos, onipresente, onipotente e oniciente permite que haja tanta miséria e tanta desigualdade com seus filhos?
Pai, o meu presente, é que se fizesse presente, e que de fato, distribuísse justiça e bondade igualitariamente no tempo presente!
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