sábado, 11 de fevereiro de 2012

Nada

Medo, silêncio, desespero!
Choro compulsivo, o ar falta, respiração rápida e ruidosa!
As extremidades começam a formigar, a boca começa a formigar.
A cabeça dói, tudo dói!
Solidão!
Cegueira!
A tesoura fura meu pescoço, mas não há sangue!
O velho companheiro ainda me espera naquele lugar escondido com sua lâmina capaz?
As cachorras me chamam, e me esperam...
Quem mais me espera?
Mais silêncio, desespero e medo!
Mais solidão!
Um banho para lavar essas idéias,
Um copo de água para descer o choro,
Um cigarro para inebriar,
Um frontal para aliviar a dor,
Inércia!
Um quarto escuro para me esconder do mundo.
Mais frontal.
Pausa.
Desabafo no blog para não ouvir o silêncio duro.
Cacos!

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