quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Infantilizando

Terá sido uma coincidência, ou uma repetição de uma estratégia infantil?
Fazer xixi na cama, porque teria que dividir a atenção do meu namorado com o filhinho dele num fim de semana que eu não esperava, seria uma solução inconsciente para me manter no mesmo nível de necessidade de atenção?
Será mesmo que meu inconsciente achou me equivalendo a uma idade mental de bebê, eu seria o bebê do final de semana?
Estranho pensar que em algum lugar de mim, eu seja capaz de me sentir ameaçada por uma criança, mesmo que ela represente um passado que me magoa: por não ser eu, por pensar que era outra que ocupava meu lugar, e que eu nunca vou poder dividir com ele, a descoberta do primeiro filho.
São dois sentimentos distintos e incomparáveis, porque eu teimaria em me comparar com um amor incondicional?

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