segunda-feira, 18 de abril de 2011

Te Convidei Para Sentar

Com seu estar fica tudo sereno, sem pressa, tão simples.
Como o sol batendo baixo no cabelo trigo do Heitor, que segura sua vara de pescar peixes voadores na beira do lago, que abriga cisnes brancos e negros.
Seu beijo que cabe na minha boca, e muda o batimento do meu coração.
Seu braço ao redor do meu corpo, mole, me apertando com intensidade contra seu corpo quente, deixa meu respirar denso.
Suas reflexões que continuam as minhas, tentando decifrar Abbas Kiarostami, numa noite de domingo.
Minha alma fica despida, e não tenho vontade de cobrir o que vejo.
Tenho medo que se levante...

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