terça-feira, 29 de março de 2011

Sem Pele

Tudo dói, tudo arde... é possível ver minhas veias pulsando, minha carne vermelha e viscosa. A brisa da menor lembrança ou expectativa faz meu coração retrair, seu ritmo acelera de dor, depois diminui, di mi nu i, di. mi. . n . . . ___________________

Não encostem, não espetem, não furem. Nem respirem perto, o sangue vai jorrar diante de seus olhos.
As lágrimas não caem das pálpebras, escorrem feias, pelos músculos e nervos, q gritam de dor.

Nasci assim, exposta. Cresci assim, fugindo.

Quem dera ser só osso.

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