quarta-feira, 23 de março de 2011

Eu não existo, sou um fantasma!

Sou fantasma q se esconde de sua verdade.
Subi ao céu, vislumbrei a verdadeira vida, e fui atira de volta a terra que arde em guerras.
Terra de sombras, onde a vaidade comanda a vontade dos homens.
A nobreza e a coragem se perderam na vastidão da ganância. A sensibilidade se tornou fraqueza.
Não existe honra, os valores pelos quais vale a pena lutar se tornaram materiais.
Minha verdade, é q tento aflorar a crueldade dentro de mim, mas ainda me emociono com os Noturnos de Chopin...
Como mostrar um vagalume a um mundo não pode enxergar o q se tornou?
Existir, seria forçar os cegos opcionais a abrirem seus olhos.
Preciso ser invisível para sobrevier nas chamas azuis.
Sentem o cheiro do enxofre?

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