Somos como velhas amigas acostumadas demais uma à companhia da outra.
Estranho n exteriorizar.
Me sinto com mais identidade quando os cortes estão aparentes.
É como se eles me definissem: sou anormal e pronto!
N preciso me esforçar tanto para tentar me atender as expectativas de normalidade social.
O q eu mais quero é sarar, e tantas expectativas geram um cobrança interna quase insuportável de atender.
Cada queda parece mais rápida para cair e mais funda para retornar a superfície.
É como se o corpo fosse ficando cada vez mais debilitado para aguentar as culpas q se acumulam sobre ele. Ele se arrasta pesado e sofrego procurando uma saída... as vezes tenho vontade de ficar no fundo me misturar com a lama escura e n ser mais nada além de lodo.
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