Quero ainda, q ele se liberte, q esteja pronto, q se entregue, sem traumas, sem dramas...
Espero ainda, q ele consiga deixar o casulo, q ele possa enxergar pela luz da lua e dos vagalumes.
Sei ainda, q existe um amor profundo, poluído e enterrado, q n se tira da alma como gostaríamos de arrancar.
Temos ainda, a chuva na trilha de Campos, os besouros do baú, a guerra de água, o segredo da cachoeira, a casa pousada, a pequena praia de guaica, Keith Jarret na estrada, Pastramis de segunda-feira, a cumplicidade de momento tão íntimos q todo o resto se torna estranho.
Pulsa ainda, o desejo de q a vida tivesse seguido outro caminho, de q não tivéssemos destruído algo tão raro.
Acredito ainda, q nossas almas vão se procurar para sempre, em todas as pessoas, em cada momento especial estaremos tentando buscar um pedaço do outro.
Devemos ainda, a vida q tiramos do universo, a vida q era parte de nós.
Mas, ainda, n estávamos prontos. Talvez n exista momento para algo tão grande.
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